29 de abril de 2015

Autoridade sobre o discípulo




O Senhor nunca insiste em exercer Sua autoridade sobre nós; ele nunca diz: "Não farás isso..." Ele deixa-nos inteiramente livres para obedecer-Lhe ou desobedecer-Lhe — tão livres, que podemos cuspir-lhe na face, como fizeram alguns; tão livres, que podemos matá-lo como fizeram os homens; e ele nunca dirá uma palavra sequer.
Só o meu lado indigno é que se nega a curvar-se diante de quem é digno. Se, ao encontrar alguém mais santo do que eu, não reconheço a sua dignidade nem obedeço à revelação que me vem através dele, isso apenas manifesta o meu lado indigno.
Se o Senhor insistisse na obediência, ele tornar-se-ia num feitor e deixaria de ter autoridade.
Ele nunca insiste na obediência, mas, se assim que o virmos, lhe obedecermos naturalmente, ele imediatamente se torna nosso Senhor e assim viveremos em adoração a ele de manhã à noite. O que revela meu crescimento na graça é a maneira como encaro a obediência. Temos que tirar da lama a palavra "obediência".
A obediência só é possível entre iguais; é o relacionamento entre pai e filho, não entre amo e servo. "Eu e o Pai somos um". "Embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu". A obediência do Filho foi a do redentor, porque ele era Filho, não para que se tornasse Filho depois de obedecer.
(Oswald Chambers)
Fonte:aqui

A mim, o mínimo de todos os santos, me foi dada esta graça de anunciar entre os gentios, por meio do evangelho, as Riquezas Insondáveis de Cristo.(Efésios 3:8)
"Para poderdes, perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.” (Efésios 3:18,19)


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